O atual governador e candidato a reeleição, João Azevêdo (PSB), afirmou durante sua participação em debate na TV Arapuan, que não tem nenhuma gravação em que cite o seu nome com a Operação Calvário.
Mas não é bem isso que mostra um trecho do depoimento da delação premiada prestado pela ex- secretária do Estado, Livânia Farias.
Na gravação, Livânia diz que as propinas pagas pela Cruz Vermelha ajudaram a custear as despesas de João Azevêdo a partir de abril de 2018, período em que ele se afastou da Secretaria de Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente para concorrer às eleições estaduais.
Ainda conforme a ex-secretária de Finanças, ficou acertado o valor de R$ 120 mil mensais.
“Eu disse a ele [Ricardo] que esse dinheiro só tinha como sair da Cruz Vermelha que é o único dinheiro que a gente recebe mensal”, completou, Livânia Farias.
O atual governador, João Azevêdo, a época das investigações, foi alvo de buscas.
João bem que tenta esconder que era aliado do ex- governador Ricardo Coutinho, “mentor” da Operação Calvário, responsável pelo maior desvios de recursos públicos da Saúde e Educação na Paraíba, mas a verdade sempre vem à tona.






