O Instagram, uma vitrine poderosa para influencers, não monetiza reels. Para fazer dinheiro, há apenas três formas: parcerias pagas, quando o influenciador faz uma publicidade com a marca e deixa sinalizado (o que é lei no Brasil); com presentes, que os seguidores compram para seus criadores preferidos; e por assinatura, quando há conteúdos exclusivos para quem topa pagar por eles.
O jornalista Allan Simon tem um canal no YouTube com 159 mil inscritos. Na profissão desde 2011, ele começou seu canal em 2019. Segundo ele, por falar sobre futebol, seu faturamento é um pouco menor do que de outros canais. “Via em alguns tutoriais de perfis que tinham 300 mil visualizações por mês ganhando cerca de US$ 1.000, enquanto eu ganhava cerca de US$ 250”, conta.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/01/08/a-caixa-preta-da-influencia-ser-criador-de-conteudo-da-dinheiro-mesmo.htm







