Lendo Fanon, parece que as lutas por libertação dependem sistematicamente da conexão entre um núcleo interno de resistência, apoiado por forças internacionais.
Quando tentamos ocupar um país, desalojar seu povo, destruir seu estado ou ruir seu governo, como temos assistido no Iraque, Ucrânia, Venezuela, Irã e Cuba, os resultados nos levam de volta ao pior.
Quando assisti ao jogo do Chelsea contra o Espérance, da Tunísia, pela Copa do Mundo de Clubes, na Filadélfia, torcendo para os tunisianos, em derrota fragorosa, vi se abrir uma imensa faixa de apoio aos palestinos. Em cinco minutos, a faixa foi recolhida pela polícia.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/colunas/blog-do-dunker/2026/04/25/indignacao-inerte-alimenta-a-maquina-de-guerra.htm







