O outro modelo, apresentado no ano passado, é o Orion, que ainda está fora do mercado, considerado muito caro para fabricação em larga escala. Anunciado como primeiro óculos de realidade aumentada da empresa, ele pretende “combinar os mundos físico e digital”.
Scott Stein, do site especializado em tecnologia CNet, testou o Orion e afirmou que ele parecia um “passeio por um futuro estranho e novo”. “Talvez, headsets de realidade virtual e smartglasses vão continuar evoluindo aos poucos até que, de repente, nós já estejamos lá e a sensação não seja nada estranha”, escreveu.
No mercado financeiro, a reação aos anúncios da Meta nessa semana sobre o avanço dos seus smartglasses também repercutiu bem.
!function(f,b,e,v,n,t,s) {if(f.fbq)return;n=f.fbq=function() {n.callMethod? n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)}; if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version=’2.0′; n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0; t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0]; s.parentNode.insertBefore(t,s)}(window, document,’script’, ‘https://connect.facebook.net/en_US/fbevents.js’); fbq(‘init’, ‘1425099884432564’); fbq(‘track’, ‘PageView’, { content_name: ‘Futuro sem celular: o que a Meta pretende ao lançar óculos inteligentes’, content_ids: [79224,13703,81965,81959,83524,82253,81430,83158,83717], is_closed: false, });
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2025/09/20/futuro-sem-celular-o-que-a-meta-pretende-ao-lancar-oculos-inteligentes.htm







