Documentos internos, segundo o estado, reconheciam problemas com exploração sexual e danos à saúde mental. Mesmo assim, diz a ação, a empresa não implementou ferramentas básicas de segurança, como verificação de idade, e continuou a afirmar que as plataformas eram seguras.
Fonte da notícia: g1 > Tecnologia https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/03/24/tribunal-nos-eua-delibera-se-meta-colocou-menores-de-idade-em-perigo.ghtml






