A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa para se tornar um motor financeiro colossal. Um relatório da consultoria McKinsey & Company estima que a IA generativa tem o potencial de gerar entre US$ 2,6 trilhões e US$ 4,4 trilhões anuais na economia global. No dia a dia das empresas, o impacto é imediato: a tecnologia já permite reduzir custos operacionais entre 20% e 30% em áreas administrativas e de backoffice.
Em 2026, esse movimento se acelerou, forçando companhias a revisarem estruturas inteiras. Atividades repetitivas em setores como atendimento, vendas e marketing estão sendo assumidas por sistemas inteligentes, permitindo que as organizações escalem seus resultados sem precisar inflar suas equipes na mesma proporção.
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Velocidade e controle como diferenciais competitivos
Para Pettruz Vaz, empresário e gestor de processos com IA, o benefício vai muito além do financeiro. “A empresa ganha velocidade, controle e capacidade de escalar”, afirma. Segundo ele, ferramentas integradas a CRMs agora automatizam follow-ups e qualificam leads de forma autônoma, enquanto o marketing utiliza a IA para gerir campanhas e produzir conteúdo em massa com precisão.
O maior risco atual, no entanto, é a resistência cultural. Enquanto alguns gestores ainda temem a tecnologia, concorrentes a utilizam para produzir mais com menos recursos. Vaz alerta que a IA não é uma solução mágica para a bagunça: “Se o processo é ruim, ela só acelera o problema”. Por isso, a recomendação é tratar a tecnologia como a base operacional do negócio, e não apenas um acessório.
Qualificação é a chave para o emprego
A reorganização das operações está mudando o perfil das equipes. Profissionais que antes perdiam horas em tarefas manuais estão migrando para funções estratégicas, focadas em análise e tomada de decisão. O impacto para o consumidor final é visível em atendimentos mais ágeis e experiências personalizadas.
Vaz desmistifica o medo da substituição humana: “Não é a inteligência artificial que tira empregos. O que elimina oportunidades é a falta de qualificação”. A orientação para empresas que desejam começar é mapear gargalos, priorizar áreas que impactam o caixa e integrar a IA às ferramentas que já utilizam, como plataformas de atendimento e cobrança. O segredo é começar de forma gradual, validando ganhos antes de expandir a tecnologia para toda a operação.
Fonte da notícia: Novidades do TecMundo https://www.tecmundo.com.br/mercado/412568-ia-deve-injetar-ate-us-44-trilhoes-na-economia-e-ja-corta-30-de-custos-empresariais.htm
Rafael Farinaccio





