Hackers atacaram setor de private equity dos EUA e outras empresas, incluindo Blackstone e CME


       A empresa de tecnologia Google afirmou, em uma publicação no blog sobre a campanha de invasões divulgada nesta quinta-feira, que os hackers atuam sob vários nomes, incluindo Redact, Pink, Falcon e Helix.

O ​Google preferiu não comentar os achados da Reuters. Seu ⁠blog informou que, em alguns casos, ​empresas — cujos nomes não foram divulgados — pagaram resgates aos hackers. A Reuters não conseguiu identificar quais empresas foram comprometidas pelos ⁠hackers.

Especialistas afirmam que o uso de táticas de baixa tecnologia pelos hackers, como ligações telefônicas para ​atingir o setor financeiro, ilustra como — apesar dos sofisticados programas de segurança e das ameaças baseadas em IA — as táticas mais antigas ainda estão entre as mais eficazes. Se bem-sucedidos, os ataques podem comprometer dados de algumas das maiores empresas de private equity dos EUA que fornecem ‌capital a outras empresas.

“Como a cerca agora é tão sofisticada e de ‌alta tecnologia, só precisamos enganar ​o guarda para que ele abra a porta para nós”, disse Lee Clark, gerente de produção de inteligência contra ameaças cibernéticas do Retail and Hospitality ISAC, grupo de compartilhamento e análise de informações do setor.

“Esse elemento humano é, consistentemente, a razão pela qual isso explodiu da maneira que explodiu”, disse ele.

A KKR, a Bain Capital, a CME, a TPG ‌e a Apollo se recusaram a comentar. A Blackstone, a Bridgewater Associates e a Moody’s não responderam imediatamente a pedidos de comentário.





Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/reuters/2026/08/06/hackers-atacaram-setor-de-private-equity-dos-eua-e-outras-empresas-incluindo-blackstone-e-cme.htm