É um míssil com tecnologia “hit-to-kill”. Isso significa que ele consegue destruir a ameaça somente pela energia cinética de uma impacto direto, sem depender de uma ogiva explosiva tradicional. Auxiliada por inteligência artificial, o interceptor choca com o alvo na sua parte mais vulnerável, garantindo sua desintegração total e superioridade contra mísseis balísticos modernos.
Integração da IA no próprio míssil. Segundo a criadora do PAC-3 MSE, os algoritmos conseguem calcular com precisão a trajetória do disparo, prevendo e reagindo a manobras evasivas de mísseis hipersônicos ou balísticos, que são bem rápidos.
Os mísseis também conseguem reconhecer alvos. Com aprendizado de máquina, eles podem distinguir melhor entre a “ameaça real” e detritos ou outras contramedidas que o alvo possa liberar.
Sistemas de controle de fogo terrestre ganham mais habilidades com a IA. No chão, os Patriot Fire Unit (como são chamados os sistemas que controlam os mísseis) usam algoritmos para analisar a totalidade das ameaças recebidas e recomendar qual interceptor deve ser usado contra qual alvo, tudo em tempo real.
EUA encomendou milhares de PAC-3 MSE. Em setembro, o exército norte-americano assinou um contrato de US$ 9,8 bilhões (cerca de R$ 53,5 bilhões) com a Lockheed Martin para a compra de 1.970 unidades do PAC-3 MSE. Com isso, a empresa planeja entregar 650 sistemas por ano até 2027, aumentando para 750 ou mais nos anos subsequentes.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2025/10/20/como-funciona-o-sistema-antimisseis-com-ia-usado-contra-o-ira.htm







