Foi ao observar um eclipse em 29 de maio de 1919, na ilha de Príncipe, na costa oeste da África, que o astrônomo britânico Arthur Eddington confirmou a teoria da relatividade de Albert Einstein.
Ele conseguiu isso ao observar o efeito de um fenômeno de desvio da luz conhecido como lente gravitacional sobre as estrelas que se tornaram visíveis quando o brilho ofuscante do Sol foi encoberto.
Mais de um século depois, cientistas acompanharão um eclipse solar total com duração de um minuto e 40 segundos, que poderá ser visto em uma faixa do norte da Espanha na próxima semana.
“Nosso trabalho busca compreender os mecanismos físicos que estão por trás da atividade do Sol”, disse à AFP Allan Sacha Brun, astrofísico da Comissão Francesa de Energia Atômica (CEA).
Todos os dias, especialistas desenvolvem modelos para explicar a atividade solar, permitindo “situar o Sol em seu contexto dentro de sua linha evolutiva, desde o nascimento até a morte”, acrescentou.
‘Temos uma sorte incrível’
O Sol expele continuamente matéria e partículas carregadas, às vezes desencadeando verdadeiras tempestades solares que lançam gigantescas explosões de plasma e outros materiais.
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/afp/2026/08/05/eclipse-total-da-aos-cientistas-chance-de-investigar-misterios-do-sol.htm





