YouTube acumula canais com conteúdo misógino

Pessoas caminham em frente ao logotipo do YouTube na sede da empresa em San Bruno, na Califórnia (EUA)


Além disso, 20 canais mudaram de nome, mas alguns deles continuam produzindo conteúdo misógino mesmo sob a nova alcunha.

O NetLab também destaca que além de continuarem em atividade, esses espaços ganharam novos seguidores. A quantidade de pessoas inscritas nos 123 canais que restaram aumentou 18,5%, desde abril de 2024, com o incremento de mais de 3,6 milhões de novas assinaturas.

Os vídeos também rendem dinheiro para os criadores. Considerando a primeira amostra, coletada em 2024, cerca de 80% tinham alguma estratégia de monetização, seja as formas oferecidas pela plataforma, como anúncios e programa de membros, ou alternativas, como vendas de e-book ou transferências via pix.

Para a pesquisadora do Net Lab, Luciane Belín, isso mostra como a misoginia se tornou um nicho de negócio.

Luciane explica que o grupo criou um protocolo para identificar diversos tipos de discurso misógino.

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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/03/10/canais-misoginos-no-youtube-somam-mais-de-130-mil-videos.htm