“Simplesmente não podemos aceitar o dano causado a uma geração de crianças da Nova Zelândia”, declarou o primeiro-ministro Christopher Luxon. “Um em cada três jovens de 13 a 17 anos passa pelo menos cinco horas por dia nas redes sociais”, afirmou.
“As redes sociais os expõem a conteúdo nocivo, tecnologia viciante e pressões que não estão preparados para enfrentar, e isso afeta sua vida familiar, saúde mental, sono e educação”, acrescentou.
Ele disse que plataformas como Instagram, TikTok, Snapchat e Facebook deverão adotar “medidas razoáveis para verificar se os usuários têm mais de 16 anos”.
A ministra da Educação, Erica Stanford, destacou que o projeto de lei “coloca a obrigação legal sobre as plataformas”.
“Não são propostas sanções para as crianças, seus pais ou responsáveis”, disse Stanford.
Não está claro se a iniciativa será aprovada, depois que os partidos de direita ACT e NZ First, parceiros da coalizão de governo, anteciparam sua rejeição ao projeto.
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/afp/2026/08/24/nova-zelandia-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais.htm






