A empresa também atribuiu a mudança a ajustes técnicos no Reels, com uso de histórico mais profundo de comportamento para prever preferências. Zuckerberg afirmou que isso elevou em 15 pontos-base as sessões no Instagram, com destaque para republicações e tempo de uso, que ele apontou como sinais de melhor “encaixe” entre conteúdo e interesse do usuário.
Segundo Zuckerberg, a Meta treina as recomendações ao alimentar automaticamente um modelo de linguagem (LLM, na sigla em inglês) com Reels e posts públicos. A empresa analisa temas e tom das publicações para aumentar a personalização e, nas palavras do CEO, criar uma base para recomendações mais individuais.
A Meta disse que pretende levar esse tipo de recomendação para mais áreas do Facebook.
Privacidade e processos na mira
As declarações de Zuckerberg ocorreram semanas depois de a empresa lançar, no início de julho, o Muse Image, ferramenta que criava imagens por IA a partir de fotos de contas públicas de maiores de 18 anos. A inclusão automática de contas elegíveis, sem aviso prévio, gerou reação por privacidade e levou a Meta a desligar a função de geração em menos de uma semana.
Usuários podiam impedir o acesso da IA da Meta a fotos e vídeos ao desativar uma opção no Instagram. O caminho, segundo a empresa, era ir em Configurações, abrir a seção de Compartilhar e Reutilizar e desligar a permissão para a Meta acessar esse tipo de conteúdo. Após a repercussão, a Meta voltou atrás e desativou o recurso.
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/07/30/voce-esta-passando-mais-tempo-no-instagram-e-a-culpa-e-da-ia.ghtm






