Após seis anos de trabalho, os cientistas se depararam principalmente com espécies não catalogadas de mosca, vespa e borboleta. “Usamos uma tecnologia nova para descrever as espécies por sua pegada genética. Uma diversidade genética é o equivalente à espécie. A única diferença é que não tem nome, tem um código”, disse Inclán.
A pesquisa faz parte de uma iniciativa do Centro de Genômica da Biodiversidade da Universidade de Guelph, no Canadá. O programa inclui 50 países e estuda como as comunidades de artrópodes mudam ao longo do tempo e frente às mudanças no meio ambiente.
“São dados únicos e já são comprovados. Tomara que isto também sirva para definir políticas de preservação nos níveis local e estadual”, disse à AFP Mateo Roldán, diretor de pesquisa de Mashpi.
Diego Inclán estimou que, à medida que os estudos genéticos das demais amostras coletadas em Mashpi avançarem, o número de insetos reportados pode dobrar.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/afp/2026/07/23/8000-novas-especies-de-insetos-sao-identificadas-via-dna-no-equador.htm






