A Comissão, órgão de fiscalização da concorrência da UE, afirmou que o Google utilizou cláusulas restritivas em contratos com editores, impedindo que concorrentes colocassem anúncios de busca nos sites deles, reforçando assim seu domínio na publicidade de busca online.
Conforme a Comissão, as práticas ocorreram entre 2006 e 2016. O Google, cuja plataforma AdSense oferece publicidade em busca, removeu as cláusulas contestadas dos contratos com os editores em 2016.
O advogado do Google, Josh Holmes, rejeitou os argumentos da Comissão.
“Os novos argumentos da Comissão são falhos. As razões do Tribunal Geral são claras e completas”, disse ele ao painel de cinco juízes.
O advogado da Comissão, Anthony Dawes, criticou a decisão do tribunal de primeira instância, afirmando que ela impunha uma obrigação sem precedentes aos reguladores de analisar questões já decididas pela jurisprudência.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/reuters/2026/07/15/google-pede-que-tribunal-superior-da-ue-apoie-anulacao-de-multa-antitruste-de-us17-bilhao.htm






