Um dos exemplos mais claros é a empresa americana Interlune. A companhia arrecadou 18 milhões de dólares e quer enviar uma câmera multiespectral ao polo sul lunar no final de 2026 para medir concentrações de hélio-3, reportou recentemente o jornal The Guardian. Os planos incluem uma segunda missão de amostragem em 2027 e o desenvolvimento de uma planta-piloto por volta de 2029.
De acordo com Adam Urwick e Jessie Osborne, pesquisadores da RAND Europe, em um artigo publicado no The Conversation, a Interlune trabalha em conjunto com a fabricante Vermeer no desenvolvimento de uma escavadeira lunar elétrica capaz de processar até 100 toneladas métricas de solo por hora – uma capacidade que aponta para uma possível exploração em larga escala, caso os recursos o permitam.
Esse interesse crescente está intimamente ligado aos avanços nos sistemas de lançamento. Foguetes reutilizáveis como a Starship, da SpaceX, poderiam reduzir o custo de transporte de carga ao espaço para algo entre 250 e 600 dólares por quilograma, segundo o The Conversation.
O que tem na Lua?
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/ultimas-noticias/deutschewelle/2026/04/17/sucesso-da-artemis-2-abre-caminho-para-o-inicio-da-exploracao-comercial-da-lua.htm







