Segundo ele, a IA depende de sistemas opacos e classificados, que oferecem pouca informação sobre seu funcionamento e como chegam às suas conclusões. Não há “uma maneira fácil de avaliar o resultado desses sistemas” ou de determinar o que deu errado quando erros são cometidos, disse Asaro.
“Quem é o responsável?”
A AFP determinou que o prédio ficava próximo a dois locais controlados pela Guarda Revolucionária Islâmica. Segundo Asaro, se houve um erro, encontrar a causa está longe de ser simples. “Eles não diferenciaram a escola da base militar como deveriam ter feito (…) mas quem são ‘eles’?”, questionou. “Humanos ou uma máquina?”
Uma hipótese mais preocupante, observou Asaro, seria que “o sistema concluiu que a escola representava uma ameaça”.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/ultimas-noticias/rfi/2026/03/06/uso-de-ia-em-ataques-no-ira-levanta-questoes-humanos-examinam-alvos.htm







