Tirando os veganos de LLM, como disse o Ted Chiang, todo mundo faz um uso aqui ou ali, ainda que seja escondido. O mais importante, como eu disse no começo dessa coluna, é entender qual é o tipo de uso feito.
Abaixo deixo as respostas da IA gerada para o meu prompt sobre o texto da Natalia Beauty.
Claude: “O texto é retoricamente hábil, mas intelectualmente escorregadio. A analogia com robôs em montadoras, calculadoras e algoritmos médicos é sedutora à primeira vista, porém ignora uma diferença fundamental: nenhuma dessas ferramentas gera linguagem — que é justamente a matéria-prima de um colunista. Quando um cirurgião usa um bisturi a laser, o bisturi não redige o diagnóstico. Quando um colunista usa IA generativa para “estruturar o texto”, a ferramenta está intervindo exatamente no produto final que o leitor consome. A comparação, portanto, é assimétrica e conveniente.”
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/colunas/diogo-cortiz/2026/02/14/o-que-a-ia-acha-do-texto-de-natalia-beauty-feito-por-ia.htm






