O Google, por exemplo, tem regras que proíbem usuários de gerar desinformação e barra especificamente conteúdo enganoso “relacionado a processos governamentais ou democráticos”. Mas um porta-voz disse que a empresa não proíbe categoricamente imagens de pessoas proeminentes e que uma imagem falsa retratando Maduro sendo preso, gerada nos testes, não violou suas regras.
Já o ChatGPT, ferramenta da OpenAI, informou que não poderia criar imagens de Maduro. Mas quando o jornal fez a solicitação por meio de outro site que usa o mesmo modelo do ChatGPT, a ferramenta cedeu e produziu as imagens. Em um comunicado por email enviado ao jornal, um porta-voz da OpenAI disse que a empresa usa salvaguardas para proteger figuras públicas, mas se concentra em prevenir danos como deepfakes sexuais ou violência.
O Grok, modelo da X.ai, produziu imediatamente imagens realistas da prisão de Maduro. A ferramenta tem sido alvo de intenso escrutínio, inclusive na semana passada, quando organizações de monitoramento relataram que ela estava respondendo a pedidos para remover roupas de imagens de crianças.
A conta do Grok publicou que sua equipe identificou “falhas nas salvaguardas” e que estava “corrigindo-as com urgência”. A X.ai não respondeu a um pedido de comentário do The New York Times.
Prisão representou marco histórico no uso de IA
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/01/06/nyt-ferramentas-de-ia-falham-em-teste-de-deepfakes-de-nicolas-maduro.htm




