Ele destaca que ainda não existe uma legislação específica sobre a relação entre humanos e IA e que, por não se tratar de um ser humano, também não parece possível aplicar as regras vigentes do Direito de Família para se falar em traição.
No entanto, Medon também concorda que, talvez, no futuro, precisaremos atualizar a legislação para dar conta de uma manifestação social impulsionada pela tecnologia.
Deu para ver que o assunto não é tão simples assim.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/colunas/diogo-cortiz/2025/11/24/namorar-chatbot-e-traicao-ia-ja-virou-pivo-de-divorcios.htm







