Também há avanços em relação aos transplantes. Teoricamente, é possível transplantar e regenerar órgãos humanos continuamente para combater os sinais de envelhecimento causados pela falência de órgãos.
Os organoides, que atualmente são usados como miniórgãos na pesquisa, também podem vir a desempenhar um papel em transplantes. No entanto, isso ainda está muito distante do presente: “É muito complexo”, diz o pesquisador.
A reprogramação das próprias células também é uma possibilidade que já é parcialmente utilizada.
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Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2025/09/07/imortalidade-nao-rola-mas-como-poderiamos-viver-muito-mais-tempo.htm







