Os smartphones mudaram completamente a forma como vivemos e nos relacionamos. Desde que ficaram mais acessíveis, práticas que antes pareciam exclusivamente humanas ganharam novos contornos.
Uma pesquisa recente da Reviews.org mostrou que os americanos checam o celular, em média, 205 vezes por dia. Para muita gente, o aparelho já virou quase uma “extensão do corpo”, não só pelo uso exagerado, mas também porque está ligado a uma sensação imediata de satisfação. É o que defende o psicanalista Christian Dunker.
Em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ele lembrou que o “corpo tem a ver com prazer e desprazer”. Para Dunker, a necessidade de estar o tempo todo grudado na tela mostra como o excesso de uso “nos torna incapazes de suportar a frustração”.







