Após críticas de professores e da sociedade, Ministérios Públicos negam que são contra vacinação da categoria na Paraíba

Após críticas de professores e da sociedade, os Ministérios Públicos negaram que são contra vacinação da categoria na Paraíba. O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público da Paraíba (MP/PB), esclareceram nesta sexta-feira (14) que o pedido feito à Justiça Federal não quer exclusão da categoria dos professores da lista de prioridades contidas no Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Os Ministério defendem que os professores só sejam vacinados após pessoas como idosos, portadores de doenças graves e pessoas com deficiência.  Ambos querem que João Pessoa cumpra a ordem para que não sejam subtraídas doses destinadas a esse público, atualmente contemplado, para outros que devem ser atendidos logo mais adiante.

O MPF e o MP/PB alertaram ainda que a conduta de antecipar categorias atropelando grupos de pessoas doentes e pessoas com deficiência, dentre outros vulneráveis, apenas em João Pessoa, gera desorganização e questionamentos entre categorias profissionais, assim como também viola a isonomia em relação a professores e outros trabalhadores que residem nos outros 222 municípios do estado.

Os Ministérios Públicos justificam a uniformidade na distribuição e aplicação de vacinas aos paraibanos, para que não haja preferências injustificadas a trabalhadores da capital em relação a todos os outros do estado.